terça-feira, 29 de abril de 2008

Horton Hears A Who - (2008)

Mais uma animação tirada das história do Dr. Seuss. Embora suas histórias tenham feito mais pelas crianças norte-americanas do que para as demais, alguns de seus personagens ganharam o mundo. O "Grinch" que foi vivido nas telonas por Jim Carrey e o "The Cat" do filme "The Cat In The Hat" vivido por Mike Myers são exemplos clássicos. E com Horton não seria diferente. O simpático elefante foi dublado pelo próprio Jim Carrey. Percebam que eu estou enchendo linguiça aqui porque realmente Dr. Seuss não representa nada para a minha pessoa. Apesar da minha imensa lamentação de não ter nascido em Ohio. Então vamos ao que interessa.

"Horton Hears A Who" é a história de um elefante bastante ligado à natureza e as suas dádivas. Um dia ele ouve um pedido de socorro vindo de um pequeno grão de poeira, que viria a ser um pedido desesperado dos Who. Um povo que vive dentro do grão sem saber da existência de um mundo infinitamente maior que o seu. Por decorrência de um pequeno acidente ambos habitantes do mundo minúsculo e do mundo maiúsculo são capazes de se ouvir e se comunicar. Horton então decide encontrar um lugar perfeito para os Who viverem em paz, sem a interferência do mundo exterior. No caminho ele terá que enfrentar os descrentes da existência dos Who's que tentarão a todo custo fazer ele desistir da sua missão (até hoje não sei pq... devia deixar o elefante se lascar todo sozinho lá, na boa).

Enfim. A historinha é bem legal. A animação é ok. Mesmo lance de "Ice Age". Nada de extraordinário. Creio que as crianças irão gostar bastante. Já gostaram aliás. Ficou um bom tempo em cartaz. Assistam com seus filhos, sobrinhos e afins.



Cotação:



Quotes:
"Katie:
In my world everyone is a pony, and they all eat rainbows, and poop butterflies."

"Horton:
All right, I gotta get this speck up to the top of Mount Nool A.S.A.P, whatever that means, probably act swiftly awesome packaderm! I mean, how hard can that be?"

"Horton:
[over intercom] Is everything okay down there?
The Mayor of Who-ville:
[in silent shock] You're the one holding the speck... you tell me."


quarta-feira, 23 de abril de 2008

Colateral Damage IV


Michael Clayton (2007)

Irreversible (2002)

Blade Runner (1982)

Freedom Writers (2007)

Meet The Spartans (2007)



sábado, 19 de abril de 2008

Sweeney Todd: The Demon Barber of Fleet Street (2007)

Esse demorou um pouco na fila. Esperei sair um DVDRip para apreciar melhor a última obra de Tim Burton. Este sim um cidadão que merece todos os louros possíveis. Conseguir criar uma estética própria e ser reconhecido por ela não é para muitos. Sua ótica sombria provem de uma infância isolada onde o pequeno Tim desenhava cartoons e assistia a filmes antigos de Vincent Price (aparentemente a sua maior influência). Burton chegou a trabalhar como animador nos estúdios de Walt Disney, mas possuía diferenças criativas dos demais colegas de trabalho. Numa chance dada por Disney, Burton fez "Vincent", em 1982, um curta animado que ganhou diversos prêmios e foi bastante elogiado pela crítica. "Beetle Juice" foi o primeiro filme que assisti, e assim como "Edward The Scissorhands" marcaram muito a minha infância. E poucas foram as decepções que tive com este diretor.

Sweeney Todd (Johnny Depp) é na verdade Benjamin Barker um ingênuo barbeiro que foi acusado de um crime que não cometeu, sendo condenado ao exílio e deixando para trás a sua esposa e filha. Ambas sob a tutela do Juiz Turpin (Alan Hickman), o seu próprio malfeitor. De volta, após 13 anos de reclusão, o barbeiro volta à sua cidade com o nome de Sweeney Todd e disposto a se vingar do seu algoz a qualquer custo. Ele acaba descobrindo que a sua querida esposa acabou cometendo suicídio e a sua filha ainda era mantida presa na residência do Juiz Turpin. Todd acaba conhecendo também a dona de uma falida loja de tortas, a Sra. Lovett (Helena Bonham Carter), que posteriormente ajudaria o barbeiro a se livrar da imunda aristocracia londrina. As vítimas do barbeiro da Rua Flett serviriam de recheio para as deliciosas tortas da Sra. Lovett, e seriam consumidas por todos os membros da sociedade local. Até que situações inesperadas acontecem.

O mundo criado por Tim Burton consegue ser sombrio e ao mesmo tempo acolhedor. É de uma ternura assustadora, e de um terror cativante. Os personagens são poucos e bem construidos. A história parece ter sido escrita para ser filmada por ele. E a sua longa e velha parceria com Johnny Depp é sempre bem vinda. Um musical muito bem executado, mas que como todo musical, sempre tem aquela parte que poderia/deveria não ser cantada e sim contada. Não tem como não recomendar Tim Burton.



Cotação:

Quotes:
"Sweeney Todd:
[holding up one of his razors] At last! My arm is complete again!"

"Sweeney Todd:
[spoken under his breath] There's a hole in the world like a great black pit, and it's filled with people who are filled of shit, and the vermin of the world inhabit it..."

"Johanna:
[after Turpin discovers her packing] Sir, a gentleman knocks before entering a ladies room.
Judge Turpin: Indeed, that's true, but I see no lady.
"

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Walk Hard: The Dewey Cox Story (2007)

Já falei aqui uma vez e vou falar novamente. Não há nada pior que criar expectativa sobre as coisas. Logo quando saiu o trailer de "Walk Hard..." eu achei legal, mas não sabia do que realmente se tratava. Sabia que ia ser meio que uma comédia com referências à filmes biográficos de lendas do rock como "Walk The Line", "Great Balls of Fire!" e "La Bamba". Mas quando comecei a ver o filme percebi que era muito mais que isso. A película é 'referências' do começo ao fim. Uma comédia pastelão estilo "Todo Mundo Em Pânico" com uma estética de filme sério. Acho que a escolha de John C. Reilly ao invés de Will Farrell foi o ponto chave para dar a "Walk Hard..." essa aparência meio confusa que chega a estranhar à primeira vista.

Dewey Cox era o filho caçula de uma família de fazendeiros que tinha como o centro das atenções o filho mais velho, Nate Cox. Nate era o filho prodígio, tocava piano como um profissional, tinha o sonho de virar um grande compositor, um jogador de baseball profissional e um astronauta. Num certo dia, em que nada de errado poderia acontecer, Dewey corta Nate ao meio, sem querer, numa luta de machetes. Fato que desperta a íra do seu pai, a perda do olfato (!?!?) e a descoberta da música na sua vida. Ele jurou ao seu irmão que seria o dobro de uma pessoa maravilhosa, para os dois. E começa a história de altos e baixos, e altos de novo, de um rockeiro talentoso e cheio de frustrações.

E chovem as referências. Logo de cara temos "Ray", depois "Great Balls Of Fire" onde ele conhece o verdadeiro Blues com o Sr. David 'Honeyboy' Edwards, e o filme segue com "Walk The Line" meio que como história principal. Aos poucos vão aparecendo personagens conhecidos como The Big Bopper, Buddy Holly, Elvis Presley (vivido genialmente por Jack White... a cena é hilária), os beatles (tendo Jack Black como Paul McCartney, Justin Long como George Harrison... outra cena absurdamente cômica e cheia de referências), The Temptations, a cantora Jewel, Lyle Lovitt, Ghostface Killer, Eddie Vedder todos como eles próprios. Entre várias outras coisas que fazem com que "Walk Hard..." seja um filme ideal pra quem curte rock e quer dar umas boas risadas. Se não conhecer nenhum dos filmes ou artistas citados aqui, passe longe.




Cotação:

Quotes:

"
[repeated line]
Pa Cox: The wrong kid died"

"Ringo Starr: I've got a song about an octopus.
John Lennon:
'I've got a song about an octupus'. Why don't you jam it up your ass?"

"[repeated line]
Sam:
You never paid for the drugs. Not even once!"

"John Lennon:
Hey everyone! I've got a new mantra. Ommmmm Paul's a big fat cunt!"

"Elvis Presley:
Listen to this right now...
Dewey Cox:
yeah...
Elvis Presley:
There's 2 things you need to know... I'm the King and number 2 is LOOK OUT, MAN!!! (with a karate attack on Dewey's neck) Look at that. Did you see that... It's called Karate, man. Only two kinds of people know it, The Chinese and The King. And one of them is me."

terça-feira, 15 de abril de 2008

Finishing the Game: The Search for a New Bruce Lee (2007)

Sabe aquela sensação de que você acabou de ver um filme e não sabe se ele é realmente ruim ou se ele é tão ridículo que chega a ser engraçado e genial. Pois é. Tai um exemplo. E o pior é que pela premissa ele teria tudo para ser muito legal. Talvez se Stephen Chow fosse o diretor, algo assim. Não sei. Mas Justin Lin (mesmo diretor de The Fast And The Furious: Tokio Drift) não soube conduzir a história para ser uma boa comédia de ação. E mesmo assim eu estou aqui lembrando dos personagens e me acabando de rir. Estou realmente confuso.

O filme conta uma história meio que absurda. Uma produtora de filmes está decidida a achar um substituto para terminar o que seria o último filme de Bruce Lee, "The Game Of Death". O ator teria filmado apenas 12 minutos do filme antes da sua misteriosa e trágica morte em 1973. Por sinal essa foi uma história que sempre me fascinou, não só por ser fã do astro, mas pelas circunstâncias da sua fatalidade. O Jogo da Morte, como foi traduzido no Brasil, contaria a história de um ator em ascensão e a sua namorada, uma cantora com a carreira promissora, que se recusam a assinar um contrato com uma grande agência por motivos pessoais, e que se vêem perseguidos pela mesma. Até que uma tentativa de homicídio faz com que o protagonista fingisse a sua própria morte para posteriormente se vingar dos seus malfeitores. Na vida real, o substituto de Bruce Lee foi o ator Tai Chung Kim (que posteriormente fez o papel do próprio Bruce Lee novamente em "Retroceder Nunca Render-se Jamais"). Agora um fato interessante é que na trama final o protagonista tem que mudar a sua aparência e eu não sei até hoje se isso já estava no script antes da morte de Bruce Lee, ou se foi realmente uma saída alternativa para poder terminar o filme. Enfim... voltando... dentre os candidatos à vaga do grande astro estavam inúmeros asiáticos, um ator chinês arrogante, um calcasiano meio-chinês, um indiano e um vietnamita meio acanhado (pra não dizer gay).

A estética do filme é daquele documentário ao vivo, em que tudo acontece em tempo real, com erros, situações embaraçosas e quase sem cortes. Esse é um dos pontos legais do filme. Mostrar as cenas absurdas em que os candidatos a Bruce Lee têm que passar. Os personagens são ridiculamente bem feitos. Em uma das cenas você vê nitidamente a revolta no rosto do calcasiano meio-chinês (esteriótipo tipicamente americano... zero de aparência oriental) quando ele é chamado de "branquelo" pelo presidente da produtora. Muito foda! E tem o indiano que está exercendo o 1º dia como médico e larga tudo para tentar ser o substituto de Bruce Lee ( e que na minha opnião seria um forte candidato ahauhauhua). Só assistindo para entender. Ou não. Fica a critério de quem ler ai. Não vou recomendar porque eu ainda não sei se gostei ou não.


Cotação: Entre e

Quotes:
"Colgate Kim: You offend me. You offend my family".


sexta-feira, 11 de abril de 2008

Colateral Damage III



Earthlings (2003) - não cotarei esse documentário porque não consegui assistir todo. Recomendo para quem está fora da realidade e não recomendo para estômagos e corações fracos.

Bobby (2006)

The Prestige (2006)

The Village (2004)

Bridge Of Terabithia (2007)