terça-feira, 27 de maio de 2008

Diary Of The Dead (2007)

Acho que até agora o pior filme sobre zombies já feito. Se bem que ainda não assisti "Land Of The Dead" e nem o recente "Day Of The Dead". Mas creio que nada supere este filme aqui. Esperava realmente muito mais por se tratar de um filme do criador do gênero. Não sei exatamente o que George A. Romero queria ao fazer esse lixo. E pásmem, acabei de descobrir no IMDB que vai haver uma sequência deste filme. Como assim?? Muito melhor seria uma sequência de "Dawn Of The Dead" (o de 2004... o de 78 eu ainda não assisti), de preferência com Sarah Polley correndo nua dos zombies. Isso sim. Não sei por onde começar a detonar este filme.

Se ligue na história. Um cidadão chamado Jason Creed e seus amigos estão fazendo um filme de terror valendo nota para a faculdade. Dentre os presentes estão um playboyzinho, 2 loiras, uma morena crente, um geek, o namorado de uma das loiras, um sujeito que não vai com a cara de Jason e o professor alcoolatra. De repente eles ouvem pelo rádio que, por algum motivo (que eles não se dão ao trabalho de explicar) os mortos estão tomando vida. Em pouco tempo o caos se estabelece e todos os cidadãos do mundo resolvem fazer suas próprias gravações e publicá-las na internet, já que a "mídia" estava alterando os fatos. Eis que então o jovem Jason decide gravar tudo que ele vê a partir daquele momento. Produzindo assim o filme de terror que ele tanto queria e ainda ajudando as futuras gerações a lidar com os zombies. ????? Eu perdi a conta de quantas vezes o filme 'ensina' a 'atirar na cabeça' para matar os zombies. Lamentável.

Ao menos que alguém me diga que o orçamento deste filme foi equivalente ao de "Blair Witch Project" eu vou ter que acreditar que alguém se deu muito bem nessa história. As atuações são péssimas, o roteiro é inclassificável, e alguns dos efeitos especiais são bem sofríveis em algumas cenas e bons em outras. Gregory Nicotero, o mesmo coordenador de efeitos especiais de "Grindhouse", dessa vez não acertou a mão. Ainda não descobri se o propósito foi fazer um filme de terror ou uma comédia. Parece um filme realmente feito por um amador para conseguir uma nota na faculdade. Perai... nãaaooo... não pode ser... se essa for a moral da história eu sou um mico leão dourado.



Cotação:




Quotes:
"Debra:
We made a film - the one I'm going to show you now. Actually, Jason was the one who wanted to make it. Like that cameraman from Channel 10, he wanted to upload it so that people, you, could be told the truth. The film was shot with a Panasonic HDX-900 and an HBX-200. I did the final cut on Jason's laptop. I've added music occasionally for effect, hoping to scare you. You see, in addition to trying to tell you the truth, I am hoping to scare you so that maybe you'll wake up. Maybe you won't make any of the same mistakes that we made. Anyway, here it is, Jason Creed's The Death of Death."

"Brody:
Can't get close enough for an Emmy.
Brie:
Screw the Emmy. I'd settle for a fucking paycheck.
Brody:
Story of my life."

"Jason: [to Ridley, who's playing a mummy]
How many times have I told you? Dead things don't move fast. You're a corpse, for Christ's sakes. If you run that fast, your ankles are gonna snap off."

segunda-feira, 19 de maio de 2008

The Forbidden Kingdom (2008)

"Imagine se fizessem um filme com Jackie Chan e Jet Li juntos". Desde "Maquina Mortífera IV" que ouço essa frase. Pois então, alguém imaginou. E o resultado é um dos piores filmes de luta do ano até agora. Eu pessoalmente me amarro nos filmes de ambos os 'atores' (salvo algumas pedradas como "Rogue", ou "Rush Hour 3") mas juntar dois (ou mais) protagonistas num mesmo filme pode ser um lance muito arriscado. E pra piorar... nenhum dos dois é o real protagonista nesse filme. São dois quadjuvantes que se anulam, quase não lutam um com o outro e não possuem nenhuma química.

Na história temos um garoto norte-americano, viciado em filmes de kung fu mas que não sabe nem dar um chute, e que descobre um bastão sagrado que pertenceu ao grande Rei Macaco (The Monkey King, Jet Li) numa loja de antiguidades. O dono da loja (Jackie Chan) explica que um dia alguém viria para resgatar o bastão e o retornar para o Rei Macaco, libertando o mesmo da sua prisão. Esse alguém é o tal garoto, que é transportado para China antiga, e juntamente com 3 guerreiros segue em sua jornada extramamente chata.

O filme peca em quase todos os quesitos. Não tem uma boa fotografia, as atuações são ruins, o roteiro é fraco e as cenas de luta nem se falam. Quem esperava um "Hero" algo assim, como eu, pode passar longe dessa película. Alugue novamente "Crouching Tiger, Hidden Dragon" que você sai ganhando bem mais.


Cotação:




Quotes:
"Jason Tripitikas:
He needs wine. It's his elixir.
Medicine Monk:
We will send a walking monk.
Lu Yan:
Don't you have a running monk?"

"Lu Yan:
Don't tell me you consider it sinful to drink.
The Silent Monk:
It's sinful if you don't share."

"Lu Yan:
[the Silent Monk does a Praying Mantis stance] Praying Mantis! Very good... for catching bugs! But not Tiger!
[does a Tiger Stance]
"

Colateral Damage V



Basic Instinct 2 (2006)

Paranoid Park (2007)

Stranger Than Fiction (2006)

The Royal Tennebaums (2001)

Anamorph (2007)

quarta-feira, 7 de maio de 2008

National Treasure 2 - The Book Of Secrets (2007)

Porra! Esse demorou pra sair em DVDRip. E pior que nem rolou um DVDScreener nem nada. Esse tesouro ai parece que foi bem guardado. Rá! Enfim. Até que valeu pela espera. Sou meio que fã dessa franquia. Esse lance de ir decifrando enigmas pra achar tesouros me pegou desde Indiana Jones. Desde então encaro quantas Múmias e Tomb Raiders forem necessárias. Agora sobre essa franquia da Disney eu sempre ouvi críticas não muito boas a respeito. Não entendo porquê. Ambos os filmes são bem divertidos. As vezes dando aquela sensação de... "Caralho! Será que existe mesmo uma marca dos cavaleiros templários no alto daquela chaminé daquela Igreja?". Acho isso válido em filmes como esse. Não precisa ter um ótimo roteiro pra fazer uma pequena viagem para dentro da caça ao tesouro.

Benjamin Gates (Nicholas Cage e seu cabelo ridículo) está de volta, agora para tentar provar a inocência de um dos seus antepassados, acusado de estar envolvido no assassinato de Abraham Lincoln. No momento em que Ben está apresentando novas informações sobre as 18 páginas perdidas do diário de John Wilkes Booth, um homem (Ed Harris) o questiona sobre uma das páginas perdidas que continha o nome Thomas Gates como um dos homens ligados ao suposto atentado ao antigo presidente dos USA. Este homem é Mitch Wilkinson, que quer à todo custo escrever o seu nome na história, nem que para isso precise usufruir da experiência de Ben como caçador de tesouros para atingir seus objetivos. Segue então uma corrida em busca da verdade que envolve o Palácio de Buckingham e um livro secreto que contem todos os segredos da história dos USA e que é passado de presidente para presidente.

Creio que comparar esta franquia com a de Indy seria um sacrilégio, mas ainda sim acho que ela funciona. Não sei se é porque o filme é bom mesmo de fato ou se é algo pessoal. Fato é que gostei desse "mais do mesmo", com enigmas, perseguições, sequestros de presidentes e um livro que contem informações sobre a Área 51, o assassinato de JFK e a pista final para uma Cidade de Ouro. Enfim... dá pra assistir e se divertir. E que venha a trilogia.



Cotação:



Quotes:
"Sadusky:
There is a book and it has the information you need. The President's Book of Secrets. A collection of documents for President's eyes only. The truth behind the JFK conspiracy. The missing minutes from the Watergate tapes. And of course, Area 51.
Ben Gates:
It contains all of our nation's secrets. I need to see that book.
Sadusky:
The only way you'll ever see that book is if you get elected President."

"Emily Appleton:
All this doesn't involve another treasure hunt, does it?
Ben Gates:
Oh, no..."

"Patrick Gates:
[after being told the clues] The resolute desk. *The* resolute desk? The President's desk?
Riley Poole:
[nervously] The President? Which President? Our President?
Abigail Chase:
[sighing] Unfortunately, yes.
Riley Poole:
[still nervous] But that means, so we have to... the White House?
Ben Gates:
The Oval Office, to be exact.
Patrick Gates:
[beat] Why would I overreact to that?"

quinta-feira, 1 de maio de 2008

Iron Man (2008)

Então. Ontem foi a estréia mundial de "Iron Man", e eu como todo nerd que se preza fui deixar a rede de cinemas Multiplex um pouco mais rica. Não sei quanto ao resto dos seres humanos mas eu acho que pagar 14 reais por uma sessão de cinema é um tiro na cara. E o Multiplex decidiu colocar preço integral numa quarta-feira só para esse filme, conforme os mesmos "... pela sua importância...". Absurdo do absurdo. Mas fui salvo por um grande amigo que possuia cortesias. Screw you, suckers!

Para quem não conhece, farei um pequeno resumo da obra. Seguinte... Tony Stark é um essêntrico e milionário (dá pra ser essêntrico sem ser muito rico?... enfim) inventor e fabricante de armas. Certa feita ele estava testando um dos seus armamentos em plena selva do Vietnam, e foi pego por uma armadilha e capturado pelo inimigo comunista. Ferido fatalmente por um estilhaço da explosão que está abrindo caminho para atingir seu coração, Stark encontra-se fadado a criar armamentos para os comunistas até o fim dos seus dias. Ao invés disso ele constroi uma armadura experimental sustentada por um transistor que ajudaria a manter o seu coração intacto e com batimento constante.

E isso é basicamente o que acontece no filme de Jon Favreau. Salvo algumas modificações normais de adaptações para o cinema. Afinal de contas Guerra Fria e comunistas estão fora de moda há muito tempo. A onda agora (ainda) são os terroristas do Oriente Médio. Tony Stark está prestes a mostrar a sua mais nova invenção. O "Missel Jericho", que destroi até uma montanha inteira. Coisa assim. Ao ser sequestrado pelos camaradas de Bin Laden, Stark se dá conta de que todo o poderil armamentista dos terroristas levavam o nome da Stark Industries. O mesmo então decide, numa conferência de imprensa, que não mais fabricará armamentos, e ai começa toda a história.

Com um orçamento milionário típico de blockbusters, "Iron Man" impressiona em todos os fatores. É realmente complicado destinguir onde termina o equipamento físico e começa o CGI. A sonoplastia é um show a parte. Dá pra sentir o peso absurdo das armaduras só pelos efeitos sonoros. A textura das armaduras também impressionam. Torna toda aquela tecnologia ultra avançada bastante plausível e possível. E isso é um ponto chave para bons filmes de super-heróis. Deixar você se perguntando: "Porra... será que isso é possível?". Outro ponto para a franquia é o de ter achado seu protagonista, diferente daquela franquia lá do Homem Morcego. Robert Downey Jr. é Tony Stark. Não poderia ser mais ninguém além dele. Alguém coloque Downey Jr. numa cúpula protegida até as filmagens de "Iron Man 2", por favor. E como não falar das participações especiais de Stan Lee (claro), como Hugh Hefner (genial a sacada), e Tom Morello, guitarrista da banda Rage Against The Machine, como um dos soldados terroristas que leva um belo de um sopapo do Homem de Ferro. Filme altamente recomendado. Até para certos fãs chatos da DC que eu conheço. Marvel rulez. Também. Ok?


Cotação:


Quotes:
"Tony Stark:
They say the best weapon is one you never have to fire. I prefer the weapon you only need to fire once. That's how dad did it, that's how America does it, and it's worked out pretty well so far."

"Jim Rhodes:
You're not a soldier.
Tony Stark:
Damn right I'm not. I'm an army."

"
[after testing the suit's capabilities]
Tony Stark:
Yeah. I can fly. "