sábado, 29 de março de 2008

El Orfanato (2008)

Ok. Se existem coisas que realmente me incomodam em um filme de terror são espíritos, crianças, milharal, casas abandonadas, faróis e Samara. Histórias com espíritos sempre me impressionam. Muito mais do que possessões demoníacas e exorcismos. "Poltergeist" está anos luz na frente de "O Exorcista" na minha lista de Filmes para Cagar nas Calças. Já meu terror por milharais e crianças vem de "Colheita Maldita", que também está na lista e foi deveras marcante. Algo sobre aquelas infinitas plantas suspensas e o espantalho que realmente me perturbam. "O Chamado" é o culpado do lance do farol e, claro, de Samara. Aquela guria em especial conseguiu acentuar bastante o meu medo de crianças em filmes de terror. "O Orfanato" tem todos esses componentes juntos (o milharal não... mas o FDP do espantalho tá lá). Só tem que Samara agora se chama Tomás. Pra eu assistir a porra do filme de noite e ficar tendo pesadelos de madrugada.

O filme conta a história de Laura, uma mulher que viveu parte da sua infância em um orfanato e que anos mais tarde, agora casada e com um filho adotivo, volta para o mesmo local onde viveu e com a intensão de transformar a antiga casa em um lar para crianças deficientes. Com o tempo ela começa a notar que o comportamento do seu filho está ficando cada vez mais estranho. Ele começa a brincar com amigos imaginários, o que anteriormente não chamava a atenção da mãe, até que um novo amigo aparece. E ela começa a ver coisas estranhas também. Até que Símon desaparece no meio da festa de inalguração da nova casa. É ai que o pesadelo começa. E tem uma senhora de idade louca, uma psicóloga da polícia, um grupo de pesquisas paranormais e um desfecho bastante interessante.

A atmosfera do filme é tensa e fria. Poucas luzes, poucas cores. E a idéia do orfanato ser perto de um farol que fica num rochedo e que pra completar tem uma gruta embaixo, que inunda com a maré cheia... "Sr. Diretor, o Sr. é um fanfarrão, Sr. Diretor". Os takes de aproximação lenta de câmera, tomadas longas e sem cortes com câmera na mão (destaque para uma das últimas cenas em que Laura começa a brincar com as crianças... é de tapar os olhos com as mãos), o dever de casa foi bem feito. Mas como nada é perfeito, tem certas atitudes de certos personagens que são realmente desnecessárias, como os primeiros socorros aplicados numa senhora que acabara de ser atropelada. Quem, em sã consciência, faria um boca a boca em uma senhora toda ensanguentada e sem a porra da mandíbula??? Enfim... ossos do ofício. Gostei muito da película. Podem assistir sem medo... Rá!


Ahh sim... como é que eu pude esquecer. O palestrante sobre as ciências paranormais é nada mais nada menos que... Sr. Barriga! aHUahuAHUAH Muito foda.


Cotação:


quinta-feira, 27 de março de 2008

Sessão Nostalgia.

"Esta foi a primeira resenha que eu fiz. Lá nos idos do século passado. Pensei que tinha se perdido pela internet, mas achei novamente."


Como são incriveis esses péssimos hábitos que alguns de nós (cines-humanos) possuem de julgar o filme por sua Capa ou pelo seu Título. Fecho os olhos e imagino quantas vezes perdi a oportunidade de assistir a um bom/ótimo/excelente filme somente pelo fato de não gostar da Capa e do Título do mesmo.
Foi exatamente o que me ocorreu com este maravilhoso filme. Seria impossível contar nos dedos as vezes que passei os olhos neste filme, em uma locadora, e não fiz a mínima questão de leva-lo para casa. Olhava e pensava: "Cães de Aluguel"... esse deve ser mais um classe D daqueles filmes com dobermans assassinos, coisas do tipo". Adimito que uma vez cheguei a ler a sinopse e mesmo assim não me interessei. Na época Quentin Tarantino e ninguém, eram a mesma pessoa para mim. Mal sabia eu que esse João Ninguém possuia uma mente tão perturbada e brilhante a ponto de escrever Pulp Fiction (divisor de águas na minha vida) e Cães de Aluguel, não necessariamente nesta ordem. Sem deixar de mencionar Cova Rasa, Drink no Inferno e aquela última histórinha de Four Rooms (O Grande Hotel). Mas vamos falar sobre o filme.

Uma Gang de mal elementos foram contratados para fazer um assalto perfeito. Mas as coisas se complicam e tudo sai errado. Parece um pouco clichê não acham? E seria... se não fosse dirigido por esse tal de Quentin "Sick Boy" Tarantino. Sob o comando desta Gang está o Big Boss Joe Cabot (Lawrence Tierney), juntamente com o seu filho Nice Guy Eddie (Chris Penn). Eles são os responsáveis por juntar um bando de malucos e um tira disfarçado para fazer o trabalho sujo. Entre veteranos e novatos temos no elenco Harvey Keitel (Mr. White... sem comentários), Tim Roth (Mr. Orange... no papel do tira infiltrado), Michael Madsen (Mr. Blonde... o ex-detento sádico e louco) Steve Buscemi (Mr. Pink... era para ser o personagem cómico da história), Eddie Banker (Mr. Blue... esse quase não aparece no filme) e por último e não menos importante o próprio Tarantino (Mr. Brown... este é outro que despensa comentários). Coloque todos estes personagens numa trama atemporal, recheada de violência, diálogos tão impressionantes quanto os seus personagens e cenas inesquecíveis... e você terá uma obra-prima do cinema alternativo.
Enfim... um filme chocante do inicio ao fim. Desde o diálogo sobre a letra de "Like A Virgin" de Madonna até aquela cena final em que o Mr. Pink.... bem não sou tão perverso de contar o final da história. As pessoas têm que ver pra crer.

Mr. Woodcock (2008)

Eu não sei quanto a maioria das pessoas normais, mas a minha época de colégio não foi muito agradável não. Eu era o gordinho da sala. E isso realmente dificulta certos tipos de relaciomento. O chamado "Gordo Drama". Além de uma infância e pré-adolescência sem garotas, com um monte de apelidos desagradáveis e com bullys nas suas costas, havia a temida Aula de Educação Física. Não tinha dia pior que aquele. Ainda lembro das inúmeras vezes em que faltei o dia todo, ou que coloquei atestados para não fazer a aula. Era realmente uma tortura. E nem tanto por causa dos esportes em si, e sim pelo fato de realmente não levar jeito pra coisa e sempre ser o último a ser escolhido, e sempre dar azar e ficar no time sem camisa. Pelo menos não havia naquela época nenhum Mr. Woodcock.

"Mr. Woodcock" conta a história de John Farley (Steve Stifler), que durante a infância passou maus bocados com o Professor Jasper Woodcock (Billy Bob Thornton), e que conseguiu superar seus traumas e escreveu um livro sobre a sua trajetória vitoriosa. Até que um dia ele recebe uma ligação do prefeito da sua cidade natal, dizendo que iria receber um prêmio de destaque da cidade. Acontece que a sua querida mãe agora namora com o temido professor Woodcock, e ele tem que fazer de tudo para impedir o romance. Mesmo que para isso ele tenha que ir de encontro a todos os ideais que escreveu em seu livro.

Apesar da boa premissa, o filme é bem regular. Salvo alguns momentos bem engraçados, e a aparição sempre genial de Ethan Suplee (Randy Hickey, para os íntimos), fica aquela sensação de que poderia ser bem mais engraçado. O contido Sean William Scott nem de longe lembra o genial Stifler de "American Pie". As partes em que o professor faz citações com teor sexual sobre a mãe de Farley são absurdamente sem noção, assim como a total apatia de Farley para com as mesmas. Eu no lugar dele já tinha saido na mão com cara desde o começo do filme. Enfim... assistam por conta própria.




Cotação:



Quotes:
"John Farley: Lets go, Woodcock.
Mr. Woodcock:
You must like getting spanked, Farley. I guess it runs in the family."

"John Farley:
You have a father?
Mr. Woodcock:
Of course I have a father, Farley, I'm not Jesus."

"Mr. Woodcock:
I don't do 'Sorry'.
John Farley:
What?
Mr. Woodcock:
Sorry is for criminals and screw-ups... and I'm neither one."

Eastern Promises (2008)

Responsável por filmes marcantes como "The Fly", "Scanners" e "Friday the 13th", David Cronenberg acerta a mão novamente neste drama gangsta bastante violento e real. É engraçado que eu não sou fã de filmes de gangster, mas posso contar no dedos de uma das mãos os filmes com esta temática que eu não tenha gostado ou que não tivesse me agradado. Vá entender. :/
Pra se ter uma idéia eu não consegui lembrar o nome de nenhum deles aqui agora.

"Eastern Promises" conta a história de Anna Khitrova (Naomi Watts), uma midwife de um hospital londrino que encontra um diário escrito em russo e que pertencia a uma garota de 14 anos que morrera no trabalho de parto no dia anterior. A criança viveu e cativou a enfermeira a ponto da mesma se dispor a procurar os parentes mais próximos da vítima no intuito de impedir que a criança seja posta em um orfanato. Durante a sua procura Anna então vai atrás da sua única pista. Um cartão de visitas de um restaurante tradicional trans-siberiano, comandado por uma família de mafiosos chefiada pelo patriarca Semyons. Anna esbarra também com o filho de Semyons, Kirill, e o seu fiel companheiro, chouffer e resolvedor de problemas, Nikolai Luzhin (Viggo Mortensen). Aos poucos as peças vão se encaixando e Anna descobre que a criança que sobreviveu no hospital é a chave para desvendar todo o histórico de prostituição e violência que está por trás daquela família russa. Se eu contar mais estraga a brincadeira.

Um filme bastante cruel, frio e ao mesmo tempo simples e impressionante. A reviravolta final poderia ser conduzida de uma forma mais implícita, pois não foi preciso prestar muita atenção para descobrir o segredo de Nikolai já no meio do filme. E o lance da opção sexual de Kirill ficou meio que sem explicações. Eu acho que ele é gay, mas o filme não prova isso. As cenas que envolvem violência são extremamente reais e chocantes, mas as de sexo poderiam ser melhores. As atuações são boas, mas Viggo comanda mais uma vez, com direito a indicação ao Oscar e tudo mais. Um filme gangsta com um toque de valores humanos, e que vale a ida ao cinema, ou umas horinhas de download.


Cotação:


Quotes:
"Stepan: Where is your boyfriend, why isn't he carving the meat?
Anna:
I don't live with Oliver anymore; I'm staying with Mom for a little while.
Helen:
And you can stay as long as you want.
Stepan:
It's because he is black. They run off; bad blood.
Helen:
[Helen and Anna are both taken back] He was a doctor.
Anna:
What does that have to do with anything?
Stepan:
You shouldn't mix blood, it isn't right. That's why your baby died inside of you."

"Kirill:
[about Nikolai] He is no driver, he is the undertaker."

"Nikolai Luzhin:
[growing agitated] I am driver. I go left, I go right, I go straight ahead - that's it. "

quarta-feira, 19 de março de 2008

Jumper (2008)

Desde quando o trailer saiu eu já fiquei na vontade de ver o filme. E isso deve ter sido há uns 6 ou 7 meses atrás. Sempre achei esse lance de teletransporte muito foda. Poder estar em qualquer lugar do planeta a qualquer hora, sem stress, sem trânsito, sem gastar nada. Melhor ainda, podendo gastar o dinheiro que supostamente você iria roubar (ahh... vai dizer que o banco não seria o primeiro "Jumping Point"). Sonhar é bom. Mas melhor ainda é saber que Hollywood existe. E que pode trazer todos aqueles poderes dos quadrinhos para a "realidade". Afinal de contas, a visão ainda é o sentido que mais me impressiona. Até porque minha imaginação não tá indo muito longe ultimamente.

"Jumper" conta a história de David Rice (Max Thieriot / Hayden Christensen), um rapaz que com 16 anos de idade descobre que pode se teletransportar para qualquer lugar que ele queira. E descobre isso de uma maneira não muito agradável, quando cai num lago congelado para buscar o presente que tinha dado à sua amada Millie (AnnaSophia Robb / Rachel Bilson). Sua mãe (Diane Lane) abandonou a família quando o mesmo tinha 5 anos. Deixando-o sob a guarda do pai alcoolatra (Michael Rooker). Quando descobre que pode se teletransportar ele foge de casa e vai viver para descobrir mais sobre seu poder e viajar o mundo inteiro. Só que ele não contava com a existência de Roland (Samuel L. Jackson), um fanático religioso que faz parte de uma organização que acha que somente Deus deve ter o poder de estar em todos os lugares. São os chamados "Paladinos" que caçam os "Jumpers" desde a Idade Média até os dias de hoje. David conta com a ajuda de Griffin (Jamie Bell), um jumper experiente que caça os paladinos, para entender melhor os seus poderes e para... ok, sem mais spoilers.

Aparentemente o filme foi todo rodado em tomadas externas (salvo algumas cenas em chroma key), ou seja... filmagens no Egito, Roma, Japão, Londres, Paris, Maui, Dubai... todas feitas in loco. Mesmo algumas delas sendo de apenas 3 seg.. Isso sim é ter disposição e um bom orçamento. Apesar de possuir uma boa história e paisagens legais, a atuação dos jovens (e até dos veteranos, e deixo fora desse comentário o jovem ator Jamie Bell) atores e o roteiro em si são muito ruins. Uma pena. Acho que seria bem melhor fazer uma série com atores de 2ª categoria. Assim o tema poderia ser mais bem explorado. Enfim... é um filme que diverte, mas que poderia ser muito, mas muito melhor.


E ai... valeu ou não: "Yeahh! Vi 2 vezes no mesmo dia."


Cotação:

Quotes:
"Roland: Only God should have this power."
"Roland:
[to David] You think it could go on like this forever? Living like this with no consequences?
[David tries to Jump and Cox stops him]
Roland:
There are always consequences! "

"Griffin:
Paladins kill Jumpers, I kill Paladins, class dismissed."

"Griffin:
Actually, I knew this jumper once... crazy bastard! Tried to jump a whole building. Won't be trying that again...
Davey:
Why's that?
Griffin:
That's 'cause he's dead. Killed him! Still managed to shake it a little though."

Colateral Damage II



Eagle vs Shark (2007)

Alpha Dog (2006)

Rogue (2007)

Gabriel (2007)

Awake (2007)

quarta-feira, 12 de março de 2008

There Will Be Blood (2008)

Demorei um pouco para ver esse aqui. Me pareceu que os filmes mais importantes do Oscar eu já tinha visto. Ai deixei esse pra depois. E nem fez muita falta realmente. É um filme bom, e não passa disso. Dá pra ver que Daniel Day Lewis leva o filme nas costas (como é de costume). E isso é meio chato, pq a história é bastante interessante, mas o filme em si nem tanto.

Daniel Plainview é um mineiro que um dia descobre petróleo em sua mina. Do nada ele passa de mineiro para o "homem do petróleo" como ele se auto-denominava. Carismático e com alto poder de persuasão, Daniel e seu filho adotivo ainda pequeno, investem pesado na perfuração de poços em uma área da California chamada Little Boston. O oceano de petróleo daquela área é descoberto por Paul (Paul Dano, o revoltadinho de Little Miss Sunshine), que morava no local com a sua família. Eli, irmão gêmeo de Paul, consegue vender a terra para Daniel e construir a sua Igreja da 3ª Revelação. Aos poucos o império de Daniel Plainview vai crescendo em meio a dramas familiares, competição e a presença bastante irritante de Eli, que insiste em pregar a palavra do Senhor e abocanhar uma fatia do lucro do petróleo de Plainview.

Além da atuação impecável do sempre competente Daniel Day Lewis, "There Will Be Blood" me passou um conceito em que sempre acreditei e que por mais que não seja um dogma, é um fato bem constante. A única maneira de fazer dinheiro e ficar milionário é sendo um filho da puta individualista, egoísta, sem nenhum pingo de remorso e que não se contenta somente com o lucro pessoal mas com a decadência do outro. Ou então ganhando na Loteria (e ai sim se tornando um filho da puta). Se seu pai chegar pra você e disser que ficou milionário jogando limpo, parabens... você está diante de um verdadeiro filho da puta. Algum sangue rolou sim, e com certeza não foi o dele.


E ai... valeu ou não: "Vale. Mas não vai mudar sua vida não."


Cotação:

Quotes:
"Plainview: Ladies and gentlemen... I've traveled over half our state to be here tonight. I couldn't get away sooner because my new well was coming in at Coyote Hills and I had to see about it. That well is now flowing at two thousand barrels and it's paying me an income of five thousand dollars a week. I have two others drilling and I have sixteen producing at Antelope. So, ladies and gentlemen... if I say I'm an oil man you will agree. You have a great chance here, but bear in mind, you can lose it all if you're not careful. Out of all men that beg for a chance to drill your lots, maybe one in twenty will be oilmen; the rest will be speculators-men trying to get between you and the oilmen-to get some of the money that ought by rights come to you. Even if you find one that has money, and means to drill, he'll maybe known nothing about drilling and he'll have to hire out the job on contract, and then you're depending on a contractor that's trying to rush the job through so he can get another contract just as quick as he can. This is the way this works."

"Plainview: There's a whole ocean of oil under our feet! No one can get at it except for me!"

"Plainview: You're a bastard from a basket."

sábado, 1 de março de 2008

John Rambo (2008)

No primeiro ele volta para casa para ter uma vida normal, mas os traumas de guerra não deixam. No segundo ele é convocado para resgatar prisioneiros de guerra no Vietnam. No terceiro ele vai resgatar o seu velho amigo e superior Coronel Trautman das mãos dos soviéticos no Afeganistão. Agora ele mata todo mundo.

John Rambo é sem dúvida o melhor boina verde que já existiu. Um ícone que há mais de 20 anos permanece intacto. Se bem que a gurizada de hoje em dia não vai amarrar uma fita vermelha na cabeça, pegar uma pistola de espoleta e sair brincando de matar os amiguinhos na rua. Aqueles sim eram bons tempos. Hoje a gente mata online. E é até bem divertido, mas não tanto quanto assistir John Rambo arrancar a garganta de um sujeito fora. Este sem dúvida é um dos filmes que mais me impressionaram no quesito "mortes". As cenas são muito bem gravadas e as mortes são muito reais. Acho que só foram usadas umas 3 folhas de diálogo no roteiro. O resto são explosões, tiros, corpos, multilações, e sangue... bastante sangue. Tanto sangue que em cada morte ele tem o seu destaque. E lá se vai uma sequência de "headshots" só pra começar o filme.

Normalmente eu usaria um parágrafo para contar a história do filme. Mas pra quê? É mais um filme de ação em que John Rambo sai matando meio mundo de gente sozinho para resgatar alguém. Ponto. E realmente não precisa mais que isso. E lá se vai o arco e flecha acertando em cheio a cabeça de um dos soldados e saindo pelo queixo.

Stallone assume a direção do filme. Ok, ele não é competente nesse posto. Tampouco como ator. Mas quem se importa? Quer atuação e competência na direção, vai pro teatro. E lá se vai mais dezenas de soldados burmeses sendo massacrados pelo boina verde com uma metralhadora de Jeep.



E ai... valeu ou não: "Yeahhh!! Rambo rulez"


Cotação:

Quotes:
"John J. Rambo: When you're pushed, killing's as easy as breathing."

"John J. Rambo: Burma's a warzone."

"John J. Rambo: Are you bringing in any weapons ?
Burnett: Of course not.
John J. Rambo: You're not changin' anything..."